A Polícia Federal do Brasil investiga a possível entrada de bagagens no país sem fiscalização em um voo que transportava autoridades políticas e um empresário do setor de apostas.
Segundo a apuração, um auditor da Receita Federal do Brasil pode ter cometido irregularidades ao permitir que volumes ingressassem no Brasil sem passar por inspeção.
O voo, vindo da ilha de São Martinho, no Caribe, transportava o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o senador Ciro Nogueira, além de outros parlamentares.
A investigação aponta que cinco bagagens teriam entrado no país sem passar por raio-x. A aeronave era de propriedade de um empresário ligado ao setor de apostas.
Em nota, Hugo Motta afirmou que seguiu todos os protocolos legais no desembarque.
O caso foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal por envolver autoridades com foro privilegiado. O ministro Alexandre de Moraes solicitou manifestação da Procuradoria-Geral da República.







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