O pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu nesta segunda-feira (8) o endurecimento das leis penais e a ampliação do sistema prisional brasileiro, citando como referência as medidas adotadas pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele.
Durante participação no evento Brasil de Ideias Mulher – Especial Eleições, o senador afirmou que o país precisa adotar uma postura mais rígida no combate ao crime organizado e justificou sua articulação junto ao governo dos Estados Unidos para que PCC e Comando Vermelho fossem classificados como organizações terroristas.
“Temos obrigação de tratar esses marginais violentos com uma legislação mais dura”, declarou.
Flávio também argumentou que a sensação de impunidade incentiva a criminalidade e defendeu a construção de mais presídios para garantir o cumprimento das penas.
Segundo o parlamentar, criminosos avaliam as consequências antes de cometer delitos e, atualmente, enxergam baixo risco de punição. Para ele, o fortalecimento da legislação penal teria efeito direto na redução dos crimes.
Ao citar o chamado “modelo Bukele”, Flávio destacou a queda nos índices de homicídios em El Salvador nos últimos anos. O modelo é apontado por apoiadores como um exemplo de combate ao crime organizado, enquanto críticos questionam seus impactos sobre garantias individuais e direitos civis.
O senador afirmou que o Brasil precisa agir “sem dó nem piedade” contra facções e criminosos violentos, defendendo uma política de segurança pública mais rigorosa.








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