A desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, criticou durante sessão recente as restrições a benefícios da magistratura e afirmou que a categoria pode caminhar para um “regime de escravidão”.
A declaração ocorre após decisão do Supremo Tribunal Federal que extinguiu parte dos chamados benefícios adicionais, manteve algumas verbas indenizatórias e estabeleceu limite de até 35% do subsídio, respeitando o teto do funcionalismo público.
Segundo dados divulgados, a magistrada recebeu cerca de R$ 91 mil líquidos em março e acumulou R$ 216 mil no primeiro trimestre do ano.
Durante a sessão, Eva do Amaral também criticou a forma como juízes vêm sendo retratados publicamente, afirmando que há uma visão distorcida sobre a atuação da categoria. Em outro momento, questionou o uso do termo “penduricalhos” para se referir às verbas, classificando a expressão como inadequada e ofensiva.








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