O empresário Marcelo Conde, investigado em inquérito do Supremo Tribunal Federal, negou envolvimento em suposto vazamento de dados sigilosos da Receita Federal do Brasil e criticou a operação conduzida por decisão do ministro Alexandre de Moraes, classificando a ação como “truculenta”.
Conde é apontado como foragido no âmbito da investigação, que apura o acesso irregular a informações fiscais de autoridades e familiares de ministros. Segundo as apurações, ele teria pago para obter esses dados, o que é negado pela defesa.
De acordo com o STF, o caso envolve um possível esquema de acesso indevido a informações de mais de 1.800 contribuintes, incluindo integrantes dos Três Poderes. A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão em diferentes estados.
Em nota, o empresário afirmou que não teve acesso completo à decisão judicial, alegando prejuízo ao direito de defesa. Ele também negou participação em organização criminosa e criticou o que chamou de exposição pública excessiva.
As investigações continuam e incluem análise de dados da Receita Federal e do Coaf, além de possíveis ligações com vazamentos de informações de autoridades.








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