O chamado “gabinete informal” da primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja, teria gerado quase R$ 3 milhões em gastos com salários e viagens de servidores, segundo ação popular apresentada pelo vereador Guilherme Kilter.
Os cálculos foram baseados em dados oficiais desde janeiro de 2024, utilizando informações do Portal da Transparência e do Painel de Viagens do Ministério do Planejamento.
Mesmo sem ocupar cargo formal na administração pública, Janja conta com uma equipe de servidores vinculados à Presidência da República do Brasil para auxiliá-la em agendas e atividades institucionais.
Após a Justiça Federal rejeitar a ação popular, o parlamentar recorreu ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região para tentar dar continuidade ao processo.
Segundo o levantamento apresentado, ao menos seis auxiliares acompanhariam a primeira-dama, incluindo assessores e fotógrafos. Entre eles, o fotógrafo Cláudio Adão teria sido o servidor com maior número de deslocamentos oficiais no período analisado.








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