O governo federal firmou um contrato de R$ 4,5 milhões para a organização do acervo pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, localizado em São Bernardo do Campo.
O acordo foi realizado por meio de um Termo de Execução Descentralizada (TED), envolvendo a Universidade Federal do ABC e a Casa Civil.
A iniciativa prevê serviços como catalogação, digitalização, higienização e guarda provisória de documentos, com execução prevista entre maio de 2025 e o fim de 2026. O material inclui fotografias, vídeos, áudios, textos, documentos e itens de valor histórico.
Segundo a Casa Civil, o acervo é considerado de interesse público e integra o patrimônio cultural brasileiro, conforme a legislação que trata da preservação de arquivos de ex-presidentes.
Em nota, o governo informou que a universidade será responsável pela execução técnica, garantindo a organização e conservação do conteúdo com base em critérios institucionais. Até o momento, não há definição sobre a liberação de acesso público ao material após a conclusão do trabalho.








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