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EXCLUSIVO | Primo pernambucano da primeira-dama de Belém ocupa cargo de alto escalão na gestão Igor Normando com salário de 20 mil

18 de outubro de 2025
in Política, Política Pará
Reading Time: 5 mins read
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EXCLUSIVO | Primo pernambucano da primeira-dama de Belém ocupa cargo de alto escalão na gestão Igor Normando com salário de 20 mil
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A redação do QB News recebeu com exclusividade a denúncia de que Fillipe Luís Cabral da Rocha, natural de Cabo de Santo Agostinho (PE), ocupa o cargo de Ouvidor-Geral do Município de Belém desde o início da gestão do prefeito Igor Normando.

O servidor seria primo de primeiro grau da primeira-dama de Belém, Fabíola Cabral, que também é pernambucana e filha do atual prefeito de Cabo Sto. Agostinho, Lula Cabral.

De acordo com informações disponíveis no portal da transparência da Prefeitura de Belém, Fillipe exerce o cargo com remuneração bruta de R$ 20 mil.

Remuneração bruta de Fellipe Cabral


A reportagem apurou ainda que o nomeado já integrou o quadro funcional da Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho, cidade natal da família Cabral, onde atuou em cargos administrativos antes de assumir a função de confiança na capital paraense.

HISTÓRICO DE DENÚNCIAS DA PRÁTICA FAMILIAR

A provável prática de nepotismo e improbidade administrativa em seu primeiro mandato de prefeito remonta o escândalo de 2019 em que Igor Normando foi denunciado pelo empresário e jornalista David Mafra pelas mesma práticas quando supostamente comandava de forma velada a FCP (Fundação cultural do Pará) e nomeou parentes e inclusive uma namorada que tinha a época.

O caso repercutiu tanto que os próprios servidores da FCP a época, foram as redes sociais protestarem pela prática, que segundo eles, estava explícita e que causava indignação aos servidores de carreira que viam os cargos de altos escalão da fundação, irem, segundo os denunciastes a época, para parentes, amigos e familiares de Igor.

Betsy Lee Morelli Acatauassu, suposta ex-namorada de Igor Normando que ocupava cargo na FCP a época do escândalo.

O irmao do então deputado Igor Normando a época também foi lotado na fundação para o cargo de gerente dos centros populares de cultura e possuía um cargo de DAS, aqueles de contratação direta sem passar por nenhum tipo de processo seletivo ou de concurso público.

Nomeação do atual vereador de Belém e irmão de Igor Normando, Renan Normando, para ocupar um cargo na FCP


Caso o vínculo familiar, no caso atual, seja confirmado, a nomeação pode configurar prática de nepotismo, conduta vedada pela Constituição Federal e pela Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal (STF).

A regra proíbe a nomeação de cônjuges, companheiros ou parentes até o terceiro grau para cargos de direção, chefia ou assessoramento, quando há influência direta da autoridade nomeante — no caso, o prefeito.

Segundo o artigo 37 da Constituição, a administração pública deve observar os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade.

Quando um agente político usa o cargo para favorecer familiares, a conduta pode ser enquadrada em ato de improbidade administrativa, conforme a Lei nº 8.429/1992, podendo resultar em perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa civil.

Igor Normando e Fabíola Cabral

Em tese, a prática também pode caracterizar o crime de prevaricação, previsto no artigo 319 do Código Penal, caso se comprove que o ato foi praticado para satisfazer interesse pessoal ou familiar, com pena de até um ano de detenção e multa.

O advogado e professor de Direito Administrativo Rogério Mendonça, ouvido pelo QB News, explica que o caso, se confirmado o parentesco, “representaria uma violação direta ao princípio da moralidade pública”.

“O Supremo é claro: o nepotismo não depende de subordinação direta. Basta haver vínculo familiar com o chefe do Executivo ou com o cônjuge do nomeante para que o ato seja considerado irregular”, afirma o jurista.
“Mesmo que o nomeado possua qualificação técnica, o simples parentesco já compromete a legitimidade da nomeação”, completou.

Tags: Fabíola CabralFillipe CabralIgor NormandoIgornormandoOuvidor geral de belemprefeitura de belem
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