O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta sexta-feira (15) que os casos de hantavírus registrados em passageiros do navio de cruzeiro MV Hondius não representam risco de disseminação no Brasil.
Durante entrevista coletiva, Padilha explicou que a cepa identificada no surto, conhecida como Andina, nunca circulou no país e é considerada rara por apresentar possibilidade de transmissão entre humanos.
“Essa cepa que causou o surto no cruzeiro nunca circulou no Brasil. O que aconteceu no cruzeiro não tem o menor risco de trazer para o Brasil”, declarou o ministro.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registra historicamente entre 50 e 70 casos de hantavírus por ano. Em 2026, até o momento, foram contabilizados sete casos e uma morte pela doença.
O surto ocorreu em um cruzeiro com histórico de circulação pela América do Sul. O tema ganhou repercussão após casos confirmados em passageiros da embarcação.
A infectologista Luana Araújo também afirmou recentemente que o hantavírus apresenta baixo risco para a saúde pública mundial.








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