O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira (16) que o Brasil pode ampliar o endividamento público como alternativa para mitigar os impactos econômicos de crises internacionais.
Segundo o ministro, a medida seria uma forma de proteger a população dos efeitos indiretos de conflitos externos, como o que ocorre no Oriente Médio, evitando repasses diretos de custos à economia doméstica.
Guimarães destacou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva mantém compromisso com a responsabilidade fiscal, mas ponderou que cenários de crise podem exigir decisões excepcionais.
De acordo com ele, há preocupação com a duração do conflito, que pode se estender por semanas e já pressiona o planejamento econômico do país.
O ministro também afirmou que o governo avalia medidas para reduzir os impactos sobre combustíveis, especialmente a gasolina, incluindo possíveis mecanismos de contenção de preços e subsídios.
Apesar disso, ressaltou que o Brasil não tem envolvimento direto no conflito, mas sofre reflexos indiretos que demandam respostas econômicas por parte do Executivo.








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