O principal delator de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (11) que teme por sua vida e solicitou proteção policial do Estado.
O pedido foi encaminhado ao ministro André Mendonça, relator do caso, após o colaborador prestar depoimentos à Polícia Federal do Brasil no âmbito das investigações da chamada Operação Sem Desconto.
Segundo os advogados, o delator passou a sofrer exposição e possíveis ameaças após vazamentos de informações sobre suas declarações.
Mendonça autorizou a adoção de medidas de proteção, mas as negociações com a Polícia Federal ainda não avançaram, já que o órgão afirma que a testemunha precisa aderir aos programas oficiais previstos em lei.
As investigações buscam apurar suspeitas de irregularidades envolvendo benefícios e descontos aplicados a aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Parte das apurações envolve supostos intermediários e operadores financeiros ligados ao esquema investigado.








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