O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou ao presidente Donald Trump um documento com argumentos contrários à classificação de facções criminosas brasileiras, como o PCC e o CV, como organizações terroristas.
Segundo relatos, o material foi apresentado durante encontro realizado na Casa Branca, na quinta-feira (7), e abordou diferentes temas de interesse bilateral.
Entre os principais pontos do documento estavam questões comerciais, cooperação no combate ao crime organizado, minerais críticos, brasileiros sancionados nos Estados Unidos e argumentos em defesa do Pix.
O governo brasileiro sustenta que, pela legislação nacional, facções como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho não se enquadrariam como grupos terroristas, por não atuarem com motivação religiosa ou ideológica, mas sim visando lucro por meio de atividades criminosas.
Após a reunião, Lula afirmou que propôs a criação de um grupo internacional de trabalho para combater o crime organizado, envolvendo países da América do Sul, América Latina e outras nações.
O presidente também destacou a experiência brasileira no enfrentamento ao tráfico de drogas, armas e à lavagem de dinheiro, citando a atuação da Polícia Federal.







Comentários