A fala da desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, sobre os cortes nos benefícios da magistratura chegou ao horário nobre da televisão brasileira. No Jornal da Band, o jornalista Eduardo Oinegue contestou as declarações da magistrada e resumiu sua resposta em uma frase: “Pede para sair.”
Oinegue destacou que, após 35 anos de carreira, a desembargadora recebeu R$ 91 mil líquidos em março, valor que o jornalista classificou como incompatível com as queixas apresentadas. “Inicialmente pensei que era uma piada”, disse, ao comentar a comparação feita pela magistrada com um “regime de escrav1dão”.
O jornalista também contrastou as condições da magistratura com a realidade do setor privado, citando benefícios como férias de 60 dias, quinquênios e recessos como vantagens inexistentes para a maioria dos trabalhadores brasileiros. Ao final, foi direto: “Para entrar na magistratura, só por concurso. Agora, para sair, é só preencher uma cartinha.”
A repercussão da fala da desembargadora segue alimentando o debate sobre teto remuneratório e transparência nos vencimentos do Judiciário.
Confira o vídeo completo abaixo:









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