O caso da mulher presa por se passar por uma adolescente continua revelando novos relatos de pessoas que afirmam ter sido enganadas. Uma moradora de Curitiba contou que manteve contato por cerca de dez meses com Amanda Maria Souza de Oliveira, que utilizava a identidade falsa de uma garota chamada “Emily”.
Segundo a vítima, Amanda se apresentava como uma adolescente em estado terminal, alegando enfrentar um câncer grave e uma série de problemas familiares. Sensibilizada pela história, a mulher criou um forte vínculo emocional e passou a acompanhar diariamente a suposta luta da jovem contra a doença.
Ao longo dos meses, a falsa identidade foi cercada por relatos cada vez mais dramáticos, incluindo histórias de abandono, mortes de familiares, transplante de medula, agressões e até supostos abusos sofridos durante internações hospitalares.
A vítima afirma que a relação se tornou tão intensa que ela chegou a fazer promessas religiosas, participar de correntes de oração e mobilizar amigos para enviar mensagens de apoio. O envolvimento emocional foi tamanho que ela decidiu tatuar o nome da menina que acreditava existir.
“Tatuei o nome dela”, revelou a mulher ao relatar o impacto que a história teve em sua vida.
Com a descoberta da fraude, a vítima afirma ter ficado abalada ao perceber que toda a narrativa havia sido inventada. O caso segue repercutindo e novas pessoas têm procurado as autoridades para relatar experiências semelhantes envolvendo a mesma suspeita.









Comentários