O instituto DOXA, responsável por divulgar uma pesquisa eleitoral que coloca Hana à frente de Daniel, volta ao centro dos debates após seu histórico de controvérsias vir à tona. A empresa já foi alvo de uma operação da Polícia Federal durante um período eleitoral no Pará.
Na época, a ação foi autorizada pela Justiça Eleitoral após uma representação que questionava a regularidade de levantamentos divulgados pelo instituto. Durante as diligências, agentes federais recolheram equipamentos eletrônicos, documentos e materiais relacionados à produção de pesquisas eleitorais.
Outro episódio que gerou questionamentos ocorreu quando o diretor da empresa, Dornélio Silva, comentou publicamente resultados de uma pesquisa antes da conclusão oficial do levantamento, fato que provocou críticas e levantou dúvidas sobre os procedimentos adotados.
Em 2022, a atuação do instituto também foi alvo de repercussão no Amapá após a divulgação de uma pesquisa em que o sobrenome de um candidato ao governo estadual apareceu incorretamente. O erro gerou críticas de adversários políticos e alimentou discussões sobre a confiabilidade dos dados apresentados.
Com a divulgação de novos números envolvendo o cenário eleitoral paraense, o histórico do instituto voltou a ser debatido nos meios políticos e nas redes sociais, reacendendo questionamentos sobre credibilidade, transparência e metodologia das pesquisas eleitorais.








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