Um processo está movimentando tribunais nos Estados Unidos acusa Lorna Hajdini, de 37 anos, diretora executiva da divisão de Financiamento Alavancado do JPMorgan Chase, de ter usado sua posição para coagir e abusar sexualmente de um subordinado durante meses.
O funcionário Chirayu Rana, de 35 anos, afirma que Lorna o submeteu a atos sexuais não consensuais e humilhantes, utilizando ameaças profissionais para coagi-lo. Segundo o processo, ela associava promoções ao desempenho do subordinado e teria dito que o arruinaria caso ele não cedesse às suas exigências.
A vítima alega ainda que foi drogado com Flunitrazepam, sedativo conhecido como “boa noite, Cinderela”, em diversas ocasiões. O caso inclui relatos de abuso verbal e racial durante os episódios descritos no processo.
A versão do banco e da defesa
O JPMorgan afirma ter realizado investigação interna que analisou e-mails, registros e dispositivos, sem encontrar evidências de irregularidades. O banco também alega que Chirayu mentiu sobre a morte do pai para obter licença remunerada e usar o período para preparar o processo. A defesa de Lorna nega categoricamente todas as acusações, classificando-as como infundadas. A executiva segue empregada na instituição.
O caso está em tramitação nos tribunais norte-americanos.








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