O Banco Central do Brasil decidiu impor sigilo de oito anos sobre documentos relacionados à liquidação extrajudicial do Banco Master.
A medida foi adotada após solicitação via Lei de Acesso à Informação e vale até novembro de 2033.

Segundo o Banco Central, a divulgação dos documentos neste momento poderia prejudicar o “interesse público”, especialmente no que diz respeito à estabilidade financeira, econômica e monetária do país.
Além disso, o órgão argumenta que tornar as informações públicas poderia comprometer atividades de investigação, fiscalização e inteligência ainda em andamento.
Decisão e contexto
O sigilo foi determinado em novembro de 2025 pelo presidente da instituição, Gabriel Galípolo, no mesmo período em que foi decretada a liquidação do banco.
A intervenção no Banco Master ocorreu após o BC apontar uma grave crise de liquidez e violações às normas do Sistema Financeiro Nacional.
O caso tem sido acompanhado por órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU), que já solicitou esclarecimentos sobre o nível de sigilo aplicado aos documentos.








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