Uma mulher foi detida em flagrante nesta quarta-feira (25) em Ceilândia (Distrito Federal) depois de praticar tortura contra um homem e, posteriormente, ir até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) procurando pela vítima com a intenção de agredir ou matá-lo, conforme apuração do portal Metrópoles.
A suspeita, identificada como Beatriz Elissandra Marques Carvalho, de 24 anos, teria conhecido o homem em um bar da região e, em sua residência na QNM 6, tentou dopá-lo com medicamento misturado à água antes de iniciar uma sequência de agressões físicas e cárcere privado para roubar o celular, uma blusa e os tênis da vítima.
Imagens compartilhadas nas redes, gravadas pela própria autora, mostram parte das agressões cometidas contra o homem. Em um dos vídeos, ela aparece usando uma máscara no rosto e um isqueiro aceso próximo ao pescoço da vítima, que sofreu ferimentos graves no rosto.
Após o crime, Beatriz foi até a UPA de Ceilândia na manhã seguinte em busca do homem, dizendo que retornaria para “terminar o serviço” caso ele ainda estivesse vivo. A Polícia Militar do Distrito Federal foi acionada e prendeu a suspeita no local.
Durante o atendimento policial, ela confessou ter tentado matar o homem e exibiu vídeos e fotos no próprio celular que registravam as torturas.
Questionada sobre onde o crime havia ocorrido, Beatriz indicou sua própria residência. Na casa, os policiais encontraram grande quantidade de sangue, uma faca utilizada na tortura e diversos pertences de outras vítimas, como documentos pessoais, cartões bancários e um notebook , o que sugere que outras pessoas também teriam sido vítimas de condutas semelhantes.
O homem agredido foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e encaminhado ao Hospital Regional de Ceilândia. O caso foi registrado na 15ª Delegacia de Polícia de Ceilândia como roubo, restrição de liberdade e cárcere privado.
Testemunhas relataram que a mulher costumava frequentar um bar na região e que deixou o estabelecimento com a vítima na noite anterior à brutalidade, fato que chamou atenção de frequentadores ao circular posteriormente por grupos de WhatsApp.
O caso segue sob investigação pela Polícia Civil do Distrito Federal, que busca esclarecer todos os detalhes e possíveis outras vítimas.
Assista o vídeo completo abaixo:









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