O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, provocou nova polêmica ao classificar como “lixo jurídico” o relatório da Polícia Federal sobre o caso que envolve o ministro Dias Toffoli e o Banco Master. A declaração teria sido feita durante uma reunião reservada entre ministros da Corte.
As informações vieram a público por meio de vazamentos divulgados por veículos como Folha de S.Paulo, ConJur e Poder360. Segundo as publicações, Dino criticou o documento da PF, que teria cerca de 200 páginas, e afirmou que “a crise hoje é política”, relativizando o peso jurídico da investigação.
A fala repercutiu entre juristas e analistas políticos, que apontaram possível desgaste institucional na relação entre o Supremo e a Polícia Federal. Para críticos, a declaração pode ser interpretada como desqualificação do trabalho técnico da corporação e reforça a percepção de tensão interna na Corte.
O episódio também reacendeu debates sobre a suposta gravação clandestina da reunião e sobre o ambiente de desconfiança entre integrantes do STF e órgãos de investigação. Até o momento, não houve divulgação oficial da íntegra do encontro reservado.








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