A viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Nova York, em setembro de 2025, para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), teve custo mínimo de R$ 6 milhões para os cofres públicos. As informações constam em dados do Itamaraty enviados à Câmara dos Deputados.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, os gastos incluíram cerca de US$ 553,3 mil com hospedagem e US$ 603,2 mil com a contratação de serviços de interpretação e aquisição de material de escritório. Além disso, foram desembolsados aproximadamente R$ 98,7 mil apenas com intérpretes.
Considerando a cotação do dólar em torno de R$ 5,30 no dia 17 de setembro, data da chegada do presidente aos Estados Unidos, as despesas em moeda estrangeira somaram cerca de R$ 6,1 milhões.
As informações foram encaminhadas ao Legislativo em 25 de novembro pelo chanceler Mauro Vieira, em resposta a um requerimento apresentado pelo deputado Capitão Alden (PL-BA).
De acordo com o Itamaraty, a comitiva oficial contou com quatro integrantes além do presidente. Apenas o então ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o próprio chanceler viajaram com custos pagos pelo governo. A primeira-dama Janja e o representante permanente do Brasil na ONU, Sérgio Danese, participaram da agenda sem ônus direto, ficando sob responsabilidade da Presidência as despesas relacionadas a assessores e demais profissionais.








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