O jornalista e empresário Ronaldo Maiorana, presidente e um dos herdeiros do Grupo Liberal — afiliado à Rede Globo no Pará —, denunciou publicamente estar sendo alvo de ameaças de morte e de agressões contra membros de sua família. O relato foi feito por meio de uma publicação em seu perfil nas redes sociais e gerou forte repercussão.
No desabafo, Maiorana afirma que vem sofrendo ameaças constantes, algumas delas atribuídas, segundo ele, a um ex-delegado e a um delegado da Polícia Civil. Além disso, o jornalista relatou que seu filho teria sido vítima de agressões, elevando ainda mais a gravidade da situação. “Tenho sofrido diversas ameaças de morte, inclusive vindas de um ex-delegado e de um delegado da Polícia Civil, além de agressões ao meu filho”, escreveu.

Ainda de acordo com Ronaldo Maiorana, o caso já foi comunicado às mais altas autoridades do Estado, incluindo o governador Helder Barbalho e a vice-governadora Hana Ghassan. No entanto, ele afirma que, até o momento, nenhuma medida efetiva teria sido adotada para apurar os fatos ou garantir a segurança de sua família.
Mesmo diante do cenário de intimidação, o presidente do Grupo Liberal reforçou o compromisso dos veículos da empresa com um jornalismo pautado pela isenção, responsabilidade e respeito à população paraense. Ele destacou que seguirá exercendo a atividade jornalística com independência, ao lado de seus colaboradores, sem ceder a pressões ou tentativas de silenciamento.
A denúncia provocou ampla repercussão nas redes sociais, com manifestações de solidariedade ao jornalista e cobranças por esclarecimentos e providências por parte das autoridades. Um comentário que ganhou destaque ressaltou a preocupação com a segurança pública e institucional, ao afirmar que, se um empresário e comunicador de grande influência enfrenta esse tipo de ameaça, a situação se torna ainda mais alarmante para cidadãos comuns.
Até o momento, não houve posicionamento oficial da Polícia Civil ou do Governo do Estado sobre as denúncias feitas por Ronaldo Maiorana. O caso segue acompanhando atenção e gerando debate sobre segurança, liberdade de imprensa e o papel das instituições na proteção de jornalistas no Pará.










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