Uma operação das forças de segurança da Colômbia terminou com a morte de Johana Carolina Correa Garzón, conhecida nas redes sociais como Kataleya, que havia se destacado como “influenciadora do crime”.
A mulher, que integrava um grupo dissidente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), foi localizada em uma região montanhosa do departamento de Putumayo, área estratégica usada por organizações criminosas devido à proximidade com as fronteiras do Equador e do Peru, e acabou sendo atingida durante o confronto.
Segundo as autoridades colombianas, Kataleya usava suas plataformas digitais para ostentar armas e divulgar detalhes do cotidiano da estrutura criminosa que integrava. As postagens e vídeos nas redes ajudaram a polícia a mapear o grupo e entender sua forma de atuação, acelerando as investigações que levaram à operação.
O episódio chama atenção para o uso de redes sociais por membros do crime organizado, prática que, segundo especialistas em segurança, facilita a investigação das autoridades ao fornecer pistas sobre a estrutura e hierarquia das facções.
Ainda de acordo com a polícia colombiana, operações recentes também têm identificado maior participação de mulheres em posições de liderança dentro de organizações criminosas na América Latina, confirmando uma mudança no perfil dessas redes.
Assista o vídeo completo abaixo:









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