Um relatório do Coaf apontou um repasse de R$ 400 milhões do Banco Master para uma empresa ligada ao frigorífico associado ao voo em que o ministro Gilmar Mendes teria pegado carona.
Segundo apuração divulgada pelo jornal Estadão, a movimentação financeira entrou no radar das autoridades no contexto das investigações envolvendo operações do banco.
De acordo com a reportagem, a empresa mencionada no relatório está no centro das apurações por sua ligação com a aeronave utilizada no deslocamento do ministro, o que ampliou a repercussão do caso.
Em resposta, o frigorífico afirmou que os valores correspondem a operações de câmbio e negou possuir conta ou investimentos no Banco Master. Até o momento da publicação, Gilmar Mendes não havia se manifestado sobre o assunto.







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