A jornalista Marina Franceschini, da GloboNews, vem sendo acusada nas redes sociais de ter feito um comentário racista em razão de uma fala proferida ao vivo na programação da emissora sobre a missão Artemis II, que enviou quatro astronautas em uma jornada de aproximadamente dez dias ao espaço e que passará ao redor da Lua nos próximos dias.
A polêmica ocorreu quando Franceschini afirmou que o grupo enviado ao espaço era composto por “um homem, um negro e uma mulher”.
Muitos comentários nas redes sociais questionaram o motivo de a jornalista ter colocado as expressões “homem” e “negro” em categorias distintas.
– Um negro não é um ser humano? Não entendi! – escreveu um usuário no X.
– Uai! Marina Franceschini, o negro não é homem? Que comentário racista é esse? – disse outra internauta.
As redes sociais rapidamente interpretaram como uma desumanização do astronauta preto, como se não fosse tão ser humano quanto os demais, brancos.
Criticaram o que seria o “racismo estrutural” e o “racismo inconsciente” de um ato falho freudiano.
Diante da avalanche de ataques, houve também quem saísse em defesa da jornalista.
Apontaram que a intenção aparente era positiva — enfatizar a pluralidade da equipe — e que o erro estaria mais na formulação da frase do que em um pensamento deliberadamente discriminatório.
Em meio ao polêmico comentário, o perfil da jornalista no Instagram estava fora do ar na noite deste sábado (4). No entanto, não foi possível confirmar se a desativação ocorreu por decisão da própria comunicadora ou se teria sido derrubado por iniciativa da plataforma.
Marina Franceschini é considerada uma das melhores repórteres de política da Globo em Brasília e se destaca quando atua como apresentadora em plantões e substituições.
Confira o vídeo completo abaixo:








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