Cláudio Pacheco, conhecido como “Coringa”, foi preso na noite desta segunda-feira (9) suspeito de estrangular e matar a jovem Ana Paula Viana Rodrigues, de 19 anos, dentro da loja onde ela trabalhava, no centro de Santana.

O suspeito estava em uma residência do bairro Elesbão. Em uma área de mata próxima, equipes policiais encontraram o boné usado por ele no momento do crime.
“A calça e a sandália estavam sujas de tinta, resultado da luta corporal com a vítima. Ele chegou a pintar a mão dela para tentar encobrir marcas. Também encontramos o chapéu que ele usava, jogado em uma área de mata”, disse o capitão Bryan Muller, do GTA.

De acordo com o capitão Bryan Muller, do GTA, o trabalho de busca entre as forças de segurança começou logo após o crime.
“As equipes atuaram incansavelmente para localizar o suspeito. O celular da vítima foi encontrado em uma boca de fumo conhecida. A partir daí, o levantamento de informações levou à captura do homem na área da ponte”, afirmou.
A polícia informou ainda que Pacheco estava foragido do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) desde outubro do ano passado. O homem já tinha passagem por homicídio contra uma vizinha em 2018.
A prisão foi resultado de uma operação integrada que envolveu equipes do 4º Batalhão da Polícia Militar, Batalhão de Operações Especiais (Bope), Grupamento Tático Aéreo (GTA) e a 1ª Delegacia de Polícia de Santana.
O caso segue sob investigação da 1ª Delegacia de Santana, que deve detalhar as circunstâncias do crime e reunir provas para o inquérito.
Sobre o crime:
No momento do crime, a vítima estava sozinha na loja. A proprietária percebeu uma movimentação estranha pelas câmeras de segurança e foi até o local.
De acordo com a PM, no caminho, a empresária encontrou uma viatura e pediu que os policiais a acompanhassem até a loja.
Ao chegar, os policiais encontraram a jovem morta no depósito, com sinais de estrangulamento. As câmeras registraram o suspeito fugindo de bicicleta, sem levar nada da loja.
Ana era acadêmica do curso de ciências biológicas na Universidade Federal do Amapá (Unifap).
Confira o vídeo da prisão:








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