Uma denúncia que circula nas redes sociais no início desta semana nos portais locais de Marituba, tem gerado repercussão ao envolver a prefeita do município, Patrícia Alencar. A acusação diz respeito à suposta lotação de uma possível parente que seria tia da gestora em um órgão ligado à educação municipal, com remuneração superior a R$ 5 mil, apesar de a parente não residir no município.


De acordo com informações disponíveis no Portal da Transparência da Prefeitura de Marituba, a servidora Lucinete Ramos Ferreira Barros consta como professora contratada, vinculada ao FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), com carga horária semanal de 40 horas.
Os dados públicos indicam que Lucinete Ramos Ferreira Barros recebe recursos do FUNDEB e aparece na folha de pagamento do município desde pelo menos março de 2022, quando o valor registrado era de R$ 4.393,74. Já em registros mais recentes, consta remuneração de R$ 5.675,83, com admissão datada de 2 de janeiro de 2025, na função de Professor(a) NS, lotada no FUNDEB-MGT.
As informações do Portal da Transparência trazem os seguintes dados:
• Nome: Lucinete Ramos Ferreira Barros
• Vínculo: Contratada
• Função: Professor(a) NS
• Carga horária: 40 horas semanais
• Lotação: FUNDEB – MGT
• Remuneração: R$ 5.675,83
A controvérsia ganhou mais força após a própria prefeita afirmar, em vídeo divulgado nas redes sociais, que a suposta tia reside no estado do Maranhão e não mora em Marituba. A declaração contrasta com o vínculo funcional registrado no sistema oficial da prefeitura, que indica atuação no município paraense.
A reportagem ressalta que todas as informações citadas foram obtidas a partir de dados públicos do Portal da Transparência do município de Marituba. O espaço permanece aberto para manifestação da prefeita ou da administração municipal.
Confira:








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