Um levantamento baseado em dados oficiais do Ministério da Justiça e Segurança Pública indica que, em 2025, 8 dos 10 Estados brasileiros com as maiores taxas de mortes violentas foram governados por políticos com perfis mais à esquerda, considerando o contexto político atual.

A análise, publicada por veículos de notícias, leva em conta mortes violentas por 100 mil habitantes, incluindo homicídios, feminicídios, latrocínios e mortes decorrentes de lesões corporais. No topo do ranking está o estado do Ceará, governado por Elmano de Freitas (PT), com taxa de 32,6 mortes violentas a cada 100 mil habitantes.
Outras unidades da Federação que aparecem entre as mais violentas também têm governadores ou gestores com orientação política identificada como mais à esquerda ou centro-esquerda, incluindo estados como Bahia e Alagoas.
Segundo o levantamento, a média de mortes violentas nos Estados administrados por líderes com perfil mais à esquerda foi de 23,4 por 100 mil habitantes em 2025, bem acima da média observada nos Estados governados por políticos de perfil mais à direita, que ficou em 14,8 mortes por 100 mil habitantes.
Os dados refletem apenas as mortes violentas em geral e não discriminam fatores como políticas adotadas, condições socioeconômicas, estrutura de segurança pública ou outras variáveis que possam influenciar os índices.
Apesar da concentração nos Estados com governos identificados à esquerda, o levantamento aponta que, desde as eleições de 2022, 24 unidades da Federação registraram queda nas taxas de mortes violentas, e em várias delas governadores de direita também mostram redução nos números ao longo do tempo.
O debate sobre a segurança pública e os fatores que impactam esses indicadores continua entre especialistas, gestores públicos e a sociedade, especialmente diante das eleições de 2026, em que o tema deve ganhar ainda mais atenção.










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